Quais são as perspectivas econômicas para 2019?

Ao participar do 2º Congresso Brasileiro de Gestão e Finanças, em Campinas, tive a oportunidade, mais uma vez, de assistir a excelente palestra do “Manhattan Connection” Ricardo Amorim.

 

No Brasil, com as definições políticas – que em muitos casos retardava investimentos no país, bem como com o sucessivo crescimento do PIB, após mais de 6 trimestres consecutivos (vide gráfico), temos um cenário real de crescimento – na visão do palestrante e minha. Se não bastasse, as primeiras escolhas de ministros pelo futuro Governo vêm animando investidores, o que é um outro ingrediente importante nesse momento de transição de governantes.

 


(Análise P.I.B do 1º Trimestre de 2013 até 2º Trimestre de 2018 – Ricardo Amorim)

 

O segundo ponto de atenção citado foi referente a uma possível, e provável, “crise americana” no médio prazo – menos de dois anos. Devido ao aumento das restrições de entrada de estrangeiros nos U.S.A, somadas às dificuldades de negociação (imposição de taxas) com a China, se prevê aumento no custo de mão de obra, o que pode gerar problemas para a economia americana.

 

Com base nessas análises é esperado, por um grande número de economistas e empresários, um crescimento de 2% no PIB brasileiro para 2019. No entanto, uma crise americana ou mesmo algumas decisões do nosso futuro Governo podem mudar substancialmente este número. Eu, particularmente (e de forma otimista, sempre) acredito que teremos esses 2% superados.

 

Com o cenário favorável, será necessário acompanhar, cobrar nossos governantes e trabalhar duro para obtermos resultados ainda melhores para os próximos anos. Afinal, é o que todos almejamos.

 

Maurício Galhardo – FFcube
Elaborado em 12 de Novembro de 2018
Imagem: freepik.com

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